igreja – EBD ADSeara https://ebd.adseara.org.br Portal da Escola Dominical da AD Seara/PE Mon, 01 Sep 2025 23:15:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://ebd.adseara.org.br/wp-content/uploads/2024/09/cropped-Logo-Seara-32x32.png igreja – EBD ADSeara https://ebd.adseara.org.br 32 32 Slides – Lição 10 – A expansão da Igreja https://ebd.adseara.org.br/slides-licao-10-a-expansao-da-igreja/ https://ebd.adseara.org.br/slides-licao-10-a-expansao-da-igreja/#respond Mon, 01 Sep 2025 23:15:55 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1633 Baixe os slides da Lição 10 clicando aqui.

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Slides – Lição 8 – Uma igreja que enfrenta seus problemas https://ebd.adseara.org.br/slides-licao-8-uma-igreja-que-enfrenta-seus-problemas/ https://ebd.adseara.org.br/slides-licao-8-uma-igreja-que-enfrenta-seus-problemas/#comments Sun, 17 Aug 2025 20:21:32 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1570 Slides da lição 8 – Adultos disponíveis nesse link

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Os três níveis de sofrimento da Igreja Primitiva https://ebd.adseara.org.br/os-tres-niveis-de-sofrimento-da-igreja-primitiva/ https://ebd.adseara.org.br/os-tres-niveis-de-sofrimento-da-igreja-primitiva/#respond Wed, 13 Aug 2025 18:17:26 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1513 Uma escolha maravilhosa de termos gregos permeia o capítulo 8. Leiamos este excerto de um texto do mestre Ronaldo Lidório (com algumas adições nossas no que se refere aos termos gregos e sua pronúncia):

διωγμὸς

“No capítulo 8 de Atos o historiador Lucas inicia a narração afirmando que ”levantou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém” onde escolhe o termo grego διωγμὸς (lê-se diôgmós) para definir ”perseguição” o qual era largamente usado para o desenvolvimento de um programa sistemático para a opressão de um povo.

Distintamente de efistamai (ataque), a expressão diogmos é uma ação ligada ao sofrimento principalmente físico (causar dores, fazer sofrer, punir com sofrimento) portanto o quadro pintado por Lucas neste capítulo é de uma Igreja que passa a experimentar de forma física e violenta o amargo sofrimento e nas próximas sentenças ele descreve os ingredientes desta diogmos: o sepultamento de Estêvão, o aprisionamento dos fiéis e a dispersão da Igreja.

κοπετὸν

Mas Lucas, inspirado, vai além. No versículo 2 quando é mencionado o martírio de Estêvão ele relata que houve grande ”pranto”, sendo para isto usado o termo grego κοπετὸν (kopetón).

Este ”kopetos” (pranto) pode ser lido literalmente como ”bater no peito” e indica o sofrimento emocional, a dor da alma, o choro inconformado do coração. Ao lado de diogmos esta expressão apresenta uma Igreja em sofrimento físico e emocional.

O ataque vinha de diferentes lados, pois, paralelamente à opressão física como a fuga, prisões, martírio e espancamentos havia também a emocional como o medo, a insegurança, a saudade e depressão.

ἐλυμαίνετο

No versículo 3 o historiador afirma que Saulo ”assolava” a Igreja e mais uma vez escolhe cuidadosamente um termo, desta vez ἐλυμαίνετο (lê-se, elymaíneto), para demonstrar o sofrimento dos santos em Atos.

Este termo, derivado de ”lumainô”, aponta para uma assolação (destruição) não apenas física e emocional mas também espiritual e é a mesma palavra usada em João 10:10, quando lemos que o Diabo veio roubar, matar e ”destruir”.

O que temos até o momento é um retrato surpreendente e cuidadosamente pintado nos três primeiros versos de Atos 8: a Igreja enfrentando fortíssimo ataque físico (diôgmos), emocional (kopetós) e espiritual (lumainô), portanto uma igreja em profundo sofrimento.

O contexto literário aqui existente não centraliza a Igreja, mas sim o ataque a ela perpetrado, o esquema maligno que rompe sobre a comunidade de Jesus por todos os lados e a ira satânica que não deixa nenhuma frente sem oposição.

Lucas relatava que o sofrimento era real e possível entre os cristãos e que esta Igreja enfrentava uma oposição sobre humana que atacava o corpo, fazia doer a alma e tentava solapar a fé. A Igreja sofria”.

Retomamos… Via de regra, os salvos do Senhor querem uma vida de paz e conforto, mas até hoje a Igreja sofreu e muito. Entretanto, esse sofrimento nunca foi em vão ou despropositado. Deus sempre tem algo a ensinar no meio do sofrimento. Outro “efeito colateral” é transtornar o trabalho do mal para sua glória. Enquanto a Igreja fugia da perseguição “ia por toda a parte, anunciando a palavra” (At 8:4).

Texto completo em: https://ronaldo.lidorio.com.br/wp/a-igreja-perseguida/

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Lição 05 – Cards da Semana (3º Trim/2025) https://ebd.adseara.org.br/licao-05-cards-da-semana-3o-trim-2025/ https://ebd.adseara.org.br/licao-05-cards-da-semana-3o-trim-2025/#respond Mon, 28 Jul 2025 13:56:44 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1434

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Slides – Lição 04 – Uma igreja cheia do Espírito Santo https://ebd.adseara.org.br/slides-licao-03-uma-igreja-cheia-do-espirito-santo/ https://ebd.adseara.org.br/slides-licao-03-uma-igreja-cheia-do-espirito-santo/#respond Mon, 21 Jul 2025 00:00:45 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1420 Faça o download dos slides da lição 04 clicando aqui.

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Lição 02 – A igreja de Jerusalém – uma igreja modelo https://ebd.adseara.org.br/licao-02-a-igreja-de-jerusalem-uma-igreja-modelo/ https://ebd.adseara.org.br/licao-02-a-igreja-de-jerusalem-uma-igreja-modelo/#respond Fri, 11 Jul 2025 12:03:35 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1208 Seis tópicos que seus alunos devem saber ao final da aula da segunda lição do 3º trimestre de 2025:

  1. Que a igreja da história não é a Igreja Católica Apostólica Romana. Tendemos a pensar assim porque é uma das igrejas cristãs mais antigas do mundo. Entretanto, Jesus não deixou placas denominacionais, não havia templos, púlpito e diversos outros elementos que temos hoje. Isso não desmerece a igreja que temos. Ela é fruto de profundas transformações sociais ao longo de dois milênios de história;
  2. Que a igreja de Jerusalém é o modelo para toda e qualquer igreja ao longo dos tempos. É uma igreja pentecostal, abundante não comunhão, no partir do pão e na oração. Operosa em obras e palavras. E que tinha um respeito dos de dentro e dos de fora.;
  3. Que o fato da Igreja Primitiva dar ênfase à comunhão resultava no fortalecimento do discipulado. Assim os novos convertidos aprendiam rapidamente o padrão ético exigido pelos seguidores de Cristo. É a mesma ênfase que devemos dar hoje;
  4. Que havia uma reunião dominical denominada ágapê (do grego ἀγαπή). Esta reunião não servia apenas para os crentes comerem em conjunto, mas para celebrações eucarísticas. É a isto que Paulo se refere em 1 Coríntios 11:33. Naquela altura a intenção havia sido desvirtuada por aqueles que tendo boa condição financeira não queriam compartilhar seus pratos com os mais pobres;
  5. Que a igreja praticava o batismo de João, Jesus não batizou ninguém! Desde tempos imemoriais este batismo significava arrependimento de pecados. Nem foi o próprio João quem criou o ritual. Os judeus tinham por costume batizar num mikvê (tanque batismal) os que se tornavam filhos do mandamento. A menina aos 13 e o menino aos 12 anos recitavam partes da Torá e eram imersos nessas águas. Mesmo ritual era adotado para os prosélitos (não judeus de nascimento convertidos ao judaísmo). Não sabemos se há uma ligação histórica entre ambos os institutos;
  6. Que a igreja detinha um extenso rol de adjetivos. Em resumo estas eram as características da Igreja Primitiva:
    • Fundamentada na doutrina;
    • Atuante na oração;
    • Ênfase na comunhão;
    • Efusiva no Espírito Santo;
    • Cheia de dons;
    • Proclamadora do Evangelho;
    • Adoradora;
    • Reverente;
    • Piedosa;
    • Praticante de boas obras;
    • Operosa em obras e sinais;
    • Acolhedora;
    • Submissa a seus líderes.

Orarei para que sua aula seja uma benção. Abaixo o mesmo conteúdo em imagens para o caso de você querer compartilhar desta forma.

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Lição 02 – Cards da Semana (3º Trim/2025) https://ebd.adseara.org.br/licao-02-cards-da-semana-3o-trim-2025/ https://ebd.adseara.org.br/licao-02-cards-da-semana-3o-trim-2025/#respond Sun, 06 Jul 2025 16:06:56 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1189 Compartilhe nossos cards das leituras diárias!

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Eram línguas de homens? https://ebd.adseara.org.br/eram-linguas-de-homens/ https://ebd.adseara.org.br/eram-linguas-de-homens/#respond Thu, 03 Jul 2025 10:15:05 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1169 Um dos assuntos que mais causam controvérsia é qual a natureza das línguas faladas naquele dia. O texto é econômico, diz apenas que eram línguas de fogo, repartidas pela multidão (At 2:3). Até mesmo estudiosos pentecostais afirmam que eram línguas dos homens, sob o argumento de que soava inteligível para as 14 nações que os ouviam em primeira mão. Outros defendem que eram línguas estranhas, portanto, ininteligíveis. Ao que tudo indica esta segunda interpretação tem maior base na lógica e na hermenêutica. Mas, vamos por partes.

A discussão iniciou no cessacionismo. Cujo movimento defende que aquele episódio e suas correlações ficaram restritas à História. O termo língua (γλῶσσα, lê-se, glôssa) no Novo Testamento grego ocorre 50 vezes[1]. Falar em línguas é uma promessa de Jesus aos seus seguidores (Mc 16:17). Por que, pois, há tanta celeuma?

Penso que é ponto pacífico o que aconteceu à Igreja Primitiva, não restando maiores questionamentos quanto àquele episódio de Atos 2. A celeuma acontece quando muitos afirmam que dialetos e idiomas de quatorze nações teriam sido falados naquele conclave em Jerusalém. Ou seja, eram línguas comuns como as diversas que se podem ouvir em nossos grandes centros urbanos. Alguns alegam que era necessário falar em tais línguas para soarem compreensíveis ao ouvinte. Mas, há sérias incoerências lógicas em sustentar esta posição, vamos às principais:

1) Todos os judeus falavam ou conheciam o hebraico à época. O menino aos treze e a menina aos doze (alguns autores divergem quanto à idade exata) participavam de uma cerimônia que os definiria para sempre como integrantes do povo judeu: o bar mitzvá. Para provar sua identidade, ele ou ela, eram obrigados a recitar passagens inteiras decoradas da Torá. Aqueles que estavam na cidade de Jerusalém, exceto por autoridades, soldados e algumas poucas pessoas, eram todos judeus da Dispersão ou prosélitos, convertidos ao Judaísmo, que conheciam a língua da religião. Logo, se Deus queria lhes falar por que não usar seus discípulos em hebraico?

2) Todos os visitantes e habitantes de Jerusalém, naquele Dia de Pentecostes, conheciam o grego, que era a língua franca do mundo do Novo Testamento. O versículo 5 deste capítulo fala de prosélitos, ou seja, gentios convertidos ao judaísmo, que tinham de passar pela cerimônia de batismo, que incluía a leitura de porções da Torá, etc. Porém, além disso, conheciam a língua grega. Se Deus lhes queria falar por que não usar seus discípulos em grego?

O que queremos provar com isso é que não haveria uma alegada dificuldade de comunicação, a ponto de uma mensagem ter se ser encaminhada aos ouvintes em uma língua particular. Todos a entenderiam em, ao menos, dois idiomas conhecidos e utilizados (havia ainda outra língua falada pelo povão: o aramaico). E nem mesmo os apóstolos tinham dificuldade na evangelização, ou seja, não era necessário nenhuma intervenção sobrenatural para que se fizessem entender ao pregar o Evangelho ao mundo conhecido de então!

3) Em Éfeso havia uma comunidade evangelizada por Apolo, grande orador e expositor, mas não batizado no Espírito Santo. Doze pessoas exclamaram: Nem ouvimos dizer que existe o Espírito Santo! quando Paulo perguntou se eram batizados no Espírito Santo. Paulo orou por eles, foram batizados e tanto falavam em línguas, quanto profetizavam. Havia Deus perdido a mão? Detalhe: Todos já eram salvos (e batizados no batismo de João!) e, sem saber, já eram habitação do Espírito Santo! Apenas não haviam recebido o revestimento de poder decorrente do batismo. Esta história está no capítulo 19 do livro de Atos.

Percebam que tanto a comunidade, provavelmente composta de gentios, compreendia o Evangelho, embora ignorasse termos como o batismo no Espírito Santo, quanto compreendia o que Paulo falava! Foram batizados e falaram em outras línguas. E não há qualquer menção ao uso de um idioma diferente do grego no processo de comunicação.

4) Em Atos 10:44-47 temos outra história interessante. Gentios ouviam Pedro pregando, provavelmente em grego (língua franca, lembram?) e veio sobre eles o batismo no Espírito Santo e falavam em línguas estranhas. O texto ainda arremata: …também sobre os gentios foi derramado o dom do Espírito Santo; pois os ouvíamos falando em línguas… ou seja, inequivocamente não eram línguas de homens, pois que os discípulos não precisavam ser evangelizados em qualquer outro idioma!

5) Os apóstolos singraram muitos mares em busca de almas. Paulo, sozinho, percorreu milhares de quilômetros pela Europa e Ásia, inclusive em algumas cidades mencionadas no Pentecostes. Não lhes parece estranho que nunca o texto bíblico tenha dito que pregaram em línguas? Se as línguas são idiomas, então, concluímos que em várias vezes os apóstolos e demais discípulos seriam usados neles para a pregação do Evangelho. Aonde estão as referências? Filipe, por exemplo, se dirigiu ao eunuco (At 8:29) quando este lia uma narrativa da Septuaginta ou LXX, a versão em grego do Velho Testamento. E não lhe falou em outra língua senão em grego!

6) Partamos do princípio que as línguas eram idiomas, sobrenaturalmente aprendidos por ocasião do derramamento do Espírito Santo. Ora, os discípulos alcançaram muitos povos e escreveram muitas cartas evangelísticas e exortativas. Haveria Deus falhado em usá-los de tal forma a que escrevessem no idioma destes destinatários? Não há um só manuscrito do NT (embora destinados a povos distintos) dos mais antigos e, portanto, mais próximos dos autógrafos, que esteja em outras línguas que não grego, hebraico ou aramaico! Ou Deus só lhes daria por milagre a fala naqueles estrangeiros idiomas?

7) Ouçamos Paulo em I Coríntios 14:2: “Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios”. Como assim, não fala aos homens, senão a Deus, se há defensores das línguas como idiomas? Fala em espírito? Mistérios? É um versículo chave para desfazer a dúvida. Continue lendo os versículos seguintes, o contexto é claríssimo. Somente alguém mal intencionado, tentando provar uma tese inexistente, poderia afirmar que Paulo fala de línguas humanas.

8) Em I Coríntios 13:1 está a pá de cal no assunto: “Ainda que em fale as línguas dos homens e dos anjos…”.

A conclusão óbvia é que não eram línguas humanas as que os discípulos falaram em Atos. Ainda resta outra questão: Então como se explica o espanto daquelas quatorze nações ao ouvirem os discípulos falando em seus idiomas? Nada mais que a operação de outro dom. Sobrenaturalmente, o Espírito Santo usava seus discípulos naquele momento no idioma deles, através do dom de interpretação de línguas. Não apenas ouviam em grego ou hebraico, o que soaria natural para os ouvintes, como nos idiomas nativos. Aí, sim, um espantoso milagre!

Por aqui, em Paulista/PE, conta-se que um dos Lundgren, poderosos donos de tecelagens no passado, passava em frente a uma das congregações assembleianas da cidade, quando ouviu alguém lá dentro falando em alemão para ele. Acorreu ao recinto, pensando encontrar algum parente conhecido. Era um irmão sendo usado por Deus para comunicar as Boas Novas. Certamente, aquele irmão nunca mais pregou em alemão. Era um milagre.

[1] Concordância Fiel do Novo Testamento Grego-Português, Volume I, 1994, Editora Fiel

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Você sabia que soou carnal o derramamento do Espírito Santo em Atos 2? https://ebd.adseara.org.br/voce-sabia-que-soou-carnal-o-derramamento-do-espirito-santo-em-atos-2/ https://ebd.adseara.org.br/voce-sabia-que-soou-carnal-o-derramamento-do-espirito-santo-em-atos-2/#respond Tue, 01 Jul 2025 18:04:59 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1165 O versículo 13, no capítulo 2, de Atos dos Apóstolos, registra o seguinte: “E outros, zombando, diziam: Estão cheios de mosto”. Esta frase expõe uma percepção social sedimentada no fato de que homens e mulheres judeus não cultuavam juntos!

Desde o tabernáculo havia um distanciamento entre aqueles que cultuavam ao Senhor. A adoração neste primeiro espaço estava, predominantemente, restrita aos homens. Eram eles que encabeçavam a quota familiar de envio de animais para o sacrifício. Eram os homens levitas e sacerdotes que ofereciam os sacrifícios ao Senhor. E mais, os demais israelitas ficavam do lado de fora, ao redor, tanto do tabernáculo, quanto do primeiro templo, mulheres inclusas.

No templo, do tempo de Jesus, havia o átrio das mulheres e dos gentios. Foi, aliás, no primeiro lugar que Jesus encontrou a pobre viúva, Ele ficava perto dos gazofilácios (Lc 21:1-6). Entre estes espaços havia advertências muito claras para que alguém, inadvertidamente, não adentrasse neles. Jamais uma mulher poderia estar no Santo dos Santos!

No dia de Pentecostes as coisas mudam de figura. Estavam assentados, conjuntamente, 120 pessoas de sexos distintos. E isto causou grande surpresa na convenção social da época. Mulheres e homens só se juntavam, digamos, com alarido ininteligível, em bebedeiras e festas mundanas, jamais numa comemoração religiosa. Por isso, o ajuntamento foi considerado suspeito. Somente após a pregação de Pedro é que o sentido da reunião foi esclarecido.

Isto nos remete as recomendações paulinas (1 Co 14:23), para que nossas reuniões pentecostais tenho um nexo mínimo E não sejam confundidas com adorações profanas.

Fique registrado, também, que aquela reunião marcou não apenas o início da igreja e o derramamento inicial do Espírito Santo batizando a todos com fogo e poder, como uma quebra do paradigma vigente até então. Desde aquele dia homens e mulheres cultuam juntos, com a finalidade de adorar a Deus, num mesmo lugar!

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