jerusalém – EBD ADSeara https://ebd.adseara.org.br Portal da Escola Dominical da AD Seara/PE Fri, 15 Aug 2025 01:27:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://ebd.adseara.org.br/wp-content/uploads/2024/09/cropped-Logo-Seara-32x32.png jerusalém – EBD ADSeara https://ebd.adseara.org.br 32 32 ‘Servo do rei’: selo de 2.600 anos com nome bíblico é achado em Jerusalém… https://ebd.adseara.org.br/servo-do-rei-selo-de-2-600-anos-com-nome-biblico-e-achado-em-jerusalem/ https://ebd.adseara.org.br/servo-do-rei-selo-de-2-600-anos-com-nome-biblico-e-achado-em-jerusalem/#respond Fri, 15 Aug 2025 01:27:34 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1528 Pesquisadores anunciaram a descoberta de um selo de mais de 2.600 anos com o nome daquele que foi um funcionário de confiança do rei Josias. Ele foi encontrado em Jerusalém.

A inscrição foi encontrada em um pequeno pedaço de argila durante uma recente etapa de peneiração no local. A divulgação do resultado foi feita no portal oficial do projeto Temple Mount Sifting Project (Projeto de Peneiração do Monte do Templo, em tradução livre).

O arqueólogo Mordechai Ehrlich com o selo em mãos; à direita, o objeto em detalhes Imagem: Divulgação/Temple Mount Sifting Project

No objeto está escrito “Pertencente a Yedayah (filho de) Asayahu”, este último equivalente a Asaías. Na Bíblia Hebraica, o personagem apareceu durante o reinado do rei Josias, que ficou à frente do reino de Judá entre 641-609 a.C. “De acordo com o estilo da escrita, o selo data do final do período do Primeiro Templo (aproximadamente do final do século 7 a.C. ao início do século 6 a.C.)”, diz o comunicado. O objeto, portanto, tem mais de 2.600 anos.

Segundo os arqueólogos, a versão do nome inscrito no selo, “Asayahu”, carrega detalhe simbólico. O sufixo “yahu” era frequentemente adicionado a nomes hebraicos antigos para atestar sua conexão com Deus (Y-H-V-H, transliteração do tetragrama que representa o nome de Deus na Bíblia Hebraica).

Inserido no selo por meio de um carimbo, o nome foi escrito com antigas letras hebraicas. O arqueólogo Mordechai Ehrlich foi o responsável pela descoberta e, segundo o portal do projeto, o artefato é raro e está “excepcionalmente bem preservado”.

O bom estado de preservação revelou também marcas no verso do selo. Segundo o comunicado oficial, as marcas detectadas indicam que ele foi usado como lacre em uma bolsa ou em um recipiente de armazenamento. Uma impressão digital “nítida” também foi observada. Para os arqueólogos, a marca foi deixada pelo antigo dono do objeto.

Esta é apenas a segunda vez, desde que o projeto começou há mais de 20 anos, que descobrimos um selamento com uma inscrição tão completa —quase todas as letras são claramente legíveis – Zachi Dvira, arqueólogo e um dos diretores do projeto, ao portal do “The Times of Israel”

Historicamente, selos do tipo eram reservados para oficiais de alta patente. Muitos indivíduos cujos nomes foram descobertos em selos em Jerusalém foram identificados como oficiais da era bíblica. Segundo os especialistas, os pedaços de argila eram pressionados sobre o nó de uma corda que prendia uma maçaneta ou um pote, por exemplo, e serviam para indicar o dono de determinado produto. O selo continha a identificação do responsável ou de seu superior, para impedir que outros manipulassem os pertences alheios.

A descoberta iniciou uma missão que envolveu diferentes profissionais. Além dos arqueólogos do projeto, uma epigrafista —especialista em epigrafias, ou seja, em inscrições gravadas em materiais como cerâmica e pedra— trabalharam para identificar o que estava escrito. Nesta etapa, os pesquisadores utilizaram uma técnica que cria imagem composta fotografando um objeto várias vezes a partir do mesmo ponto, sob condições de iluminação variáveis.

De acordo com os especialistas, dezenas desses selos de argila já foram desenterrados em Jerusalém, e alguns deles carregam nomes que aparecem na Bíblia. “Obviamente, não temos certeza de que o Asayahu mencionado no selo seja o mesmo que aparece na Bíblia. No entanto, vários artefatos encontrados na área do Monte do Templo têm nomes bíblicos, e isso faz sentido, pois não eram objetos usados por pessoas comuns”, explicou o arqueólogo ao portal local.

A descoberta abre novas portas aos arqueólogos e entusiastas. Segundo Dvira, a equipe envolvida no projeto já está trabalhando na publicação de um artigo acadêmico sobre o artefato.

Há cerca de 2.600 anos, o rei Josias de Judá ordenou reparos no Templo de Jerusalém. Durante esses reparos, os trabalhadores descobriram um antigo pergaminho sagrado —Sefer haTorah—, no que se acredita ser o livro do Pentateuco de Deuteronômio (2 Reis 22:12; 2 Crônicas 34:20). O texto alertava para castigos que acometeriam aqueles que desobedecessem às leis divinas.

Alarmado com as possíveis punições, o rei Josias enviou oficiais de confiança para buscar o conselho divino da profetisa Hulda, que previu a destruição de Jerusalém. Entre os enviados de confiança de Josias estava um funcionário de alto escalão, chamado Asayahu, descrito como “o servo do rei”.

Texto extraído do UOL/Metropóles/OGlobo

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Lição 04/Jovens – Cards da Semana (3º Trim/2025) https://ebd.adseara.org.br/licao-04-jovens-cards-da-semana-3o-trim-2025/ https://ebd.adseara.org.br/licao-04-jovens-cards-da-semana-3o-trim-2025/#respond Tue, 22 Jul 2025 16:28:48 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1399

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Slides – Lição 04 – Uma igreja cheia do Espírito Santo https://ebd.adseara.org.br/slides-licao-03-uma-igreja-cheia-do-espirito-santo/ https://ebd.adseara.org.br/slides-licao-03-uma-igreja-cheia-do-espirito-santo/#respond Mon, 21 Jul 2025 00:00:45 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1420 Faça o download dos slides da lição 04 clicando aqui.

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Lição 02 – A igreja de Jerusalém – uma igreja modelo https://ebd.adseara.org.br/licao-02-a-igreja-de-jerusalem-uma-igreja-modelo/ https://ebd.adseara.org.br/licao-02-a-igreja-de-jerusalem-uma-igreja-modelo/#respond Fri, 11 Jul 2025 12:03:35 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1208 Seis tópicos que seus alunos devem saber ao final da aula da segunda lição do 3º trimestre de 2025:

  1. Que a igreja da história não é a Igreja Católica Apostólica Romana. Tendemos a pensar assim porque é uma das igrejas cristãs mais antigas do mundo. Entretanto, Jesus não deixou placas denominacionais, não havia templos, púlpito e diversos outros elementos que temos hoje. Isso não desmerece a igreja que temos. Ela é fruto de profundas transformações sociais ao longo de dois milênios de história;
  2. Que a igreja de Jerusalém é o modelo para toda e qualquer igreja ao longo dos tempos. É uma igreja pentecostal, abundante não comunhão, no partir do pão e na oração. Operosa em obras e palavras. E que tinha um respeito dos de dentro e dos de fora.;
  3. Que o fato da Igreja Primitiva dar ênfase à comunhão resultava no fortalecimento do discipulado. Assim os novos convertidos aprendiam rapidamente o padrão ético exigido pelos seguidores de Cristo. É a mesma ênfase que devemos dar hoje;
  4. Que havia uma reunião dominical denominada ágapê (do grego ἀγαπή). Esta reunião não servia apenas para os crentes comerem em conjunto, mas para celebrações eucarísticas. É a isto que Paulo se refere em 1 Coríntios 11:33. Naquela altura a intenção havia sido desvirtuada por aqueles que tendo boa condição financeira não queriam compartilhar seus pratos com os mais pobres;
  5. Que a igreja praticava o batismo de João, Jesus não batizou ninguém! Desde tempos imemoriais este batismo significava arrependimento de pecados. Nem foi o próprio João quem criou o ritual. Os judeus tinham por costume batizar num mikvê (tanque batismal) os que se tornavam filhos do mandamento. A menina aos 13 e o menino aos 12 anos recitavam partes da Torá e eram imersos nessas águas. Mesmo ritual era adotado para os prosélitos (não judeus de nascimento convertidos ao judaísmo). Não sabemos se há uma ligação histórica entre ambos os institutos;
  6. Que a igreja detinha um extenso rol de adjetivos. Em resumo estas eram as características da Igreja Primitiva:
    • Fundamentada na doutrina;
    • Atuante na oração;
    • Ênfase na comunhão;
    • Efusiva no Espírito Santo;
    • Cheia de dons;
    • Proclamadora do Evangelho;
    • Adoradora;
    • Reverente;
    • Piedosa;
    • Praticante de boas obras;
    • Operosa em obras e sinais;
    • Acolhedora;
    • Submissa a seus líderes.

Orarei para que sua aula seja uma benção. Abaixo o mesmo conteúdo em imagens para o caso de você querer compartilhar desta forma.

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Descoberta em Jerusalém prova conquista assíria narrada na Bíblia https://ebd.adseara.org.br/descoberta-em-jerusalem-prova-conquista-assiria-narrada-na-biblia/ https://ebd.adseara.org.br/descoberta-em-jerusalem-prova-conquista-assiria-narrada-na-biblia/#respond Mon, 28 Oct 2024 11:27:11 +0000 https://ebd.adseara.org.br/?p=1087 Arqueólogos israelenses encontraram no bairro Mordot Arnona, em Jerusalém, artefatos que comprovam a campanha assíria contra a Terra Santa, conforme narrado no Segundo Livro de Reis da Bíblia hebraica e cristã, informou a Autoridade de Antiguidades de Israel em comunicado à imprensa em 9 de outubro.

O texto sagrado, assim como relatos do povo que viveu naquele que hoje é território do Iraque, relatam que assírios destruíram diversas cidades baixas do reino de Judá em 701 a.C., e cercaram a sua capital.

Resquícios dos prédios da administração judaíta no período da invasão de Senaqueribe
Resquícios dos prédios da administração judaíta no período da invasão de SenaqueribeImagem: Divulgação/Autoridade de Antiguidades de Israel

Durante as escavações, os especialistas acharam dois antigas e sobrepostas construções administrativas da cidade. Uma delas, mais antiga, teria sido erguida no período anterior à campanha militar assíria. Já a segunda teria substituído a primeira e foi construída logo após os assírios lutarem contra a rebelião do rei Ezequias.

Segundo o governo de Israel, esta é a primeira vez que uma escavação arqueológica próxima à Jerusalém encontrou evidências do impacto econômico da invasão do rei assírio Senaqueribe.

Até o momento, todos os artefatos que provavam a invasão militar haviam sido achados apenas na região de Sefelá, no centro-sul de Israel, conhecida por suas baixas colinas. No entanto, estes resquícios do que era Judá antes da chegada assíria comprovam que o centro administrativo da capital do reino chegou a ser completamente destruído e precisou ser reerguido.

https://youtube.com/watch?v=gTU-2RSo7EY%3Fsi%3DKsZayYGSKZDNX_0G

“Descobrimos resquícios de um centro administrativo real significativo dos dias do rei Ezequias, e talvez até mesmo do reino de seu pai, o rei Acaz. O centro funcionava no último terço do século 8 a.C., mas foi destruído até a sua fundação e enterrado sob um enorme amontoado de pedras. A pilha formava uma plataforma sobre a qual a estrutura seguinte foi erguida, mantendo uma vista dominante de todas as áreas agriculturais do leste do cume de Armon Ha-Natziv-Ramat Rahel, e poderia ser visto de longe. Enorme pedras de construção originais desta estrutura mais antiga foram deliberadamente incorporadas à pilha”, explicaram Neria Sapir, Natan Ben-Ari e Benyamin Storchan, diretores da escavação, em comunicado à imprensa.

Neria Sapir, um dos diretores da escavação da Autoridade de Antiguidades de Israel
Neria Sapir, um dos diretores da escavação da Autoridade de Antiguidades de IsraelImagem: Yoli Schwartz/Divulgação Autoridade de Antiguidades de Israel

“Nós interpretamos estas mudanças dramáticas como uma declaração do governo imperial assírio, com a intenção de pasar uma mensagem política e diplomática para a região ao redor e tornar claro ‘quem está realmente no comando’ ao suplantar a estrutura administrativa e sua função. Como os assírios ainda estavam interessados na produção agrícola e nos impostos que Judá poderia fornecer, eles permitiram a existência de uma administração judaíta independente, mas intensificaram suas pesadas exigências econômicas”, observaram os especialistas.

Naquela época, a atividade administrativa de Judá incluía a concentração e o gerenciamento das colheitas de produtores da região, usados para pagar impostos ao reino. A produção era transportada e entregue armazenada em enormes jarros de cerâmica que potencialmente funcionariam como uma reserva para tempos difíceis, de escassez. Mais especificamente, na área onde hoje está Mordot Arnona, acredita-se que eram produzidos vinho e azeites.

Cerca de 180 selos da administração da Judeia foram encontrados em Mordot Arnona
Cerca de 180 selos da administração da Judeia foram encontrados em Mordot ArnonaImagem: Yoli Schwartz/Divulgação Autoridade de Antiguidades de Israel

Faz sentido então que, além dos restos dos prédios da administração, os arqueólogos tenham encontrado cerca de 180 impressões de selos reais do reino de Judá do século 8 a.C. localizados em alças de jarros, com inscrições em hebraico que apontam seu conteúdo como “pertencentes ao rei”. 17 das alças ainda indicam posses de outros indivíduos, como Menachem Yubna, Pegach Tavra e Tzophen Azaryahu.

Apesar de não estar claro quem seriam estas pessoas, o professor Oded Lipschits, da Universidade de Tel Aviv, que lidera um time de estudiosos que pesquisam os achados, acredita que os selos particulares podem ter pertencido a um sistema administrativo que durou pouco e aconteceu antes da chegada dos militares de Senaqueribe. Para ele, pode ter sido parte das preparações lideradas por Ezequias para se rebelar contra a Assíria — período no qual o pagamento de impostos ao império foi suspenso.

Os selos estão em exposição pela primeira vez no Campus Nacional para Arqueologia de Israel Jay e Jeanie Schottenstein
Os selos estão em exposição pela primeira vez no Campus Nacional para Arqueologia de Israel Jay e Jeanie SchottensteinImagem: Yoli Schwartz/Divulgação Autoridade de Antiguidades de Israel

Do início do século 7 a.C. em diante, as impressões mudam de design em relação aos mais antigos, o que indica o retorno da cobrança de impostos dos assírios após a invasão comandada por Senaqueribe.

“É muito emocionante encontrar mensagens de altos oficiais da administração judaíta de cerca de 2.700 anos atrás. A descoberta fascinante da Autoridade de Antiguidades de Israel conta a história de milênios do povo judeu que, apesar de crises e períodos muito difíceis, sempre soube como se recompor, reconstruir e prosperar”, comentou o rabino Amichai Eliyahu, ministro do Patrimônio de Israel.

Os selos achados serão colocados em exposição ao público pela primeira vez no Campus Nacional para Arqueologia de Israel Jay e Jeanie Schottenstein. Mais informações podem ser encontradas no site iaa.org.il.

Fonte: Portal Nossa/UOL. Link encurtado disponível aqui: https://abre.ai/conquistaassiria

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